MARIANA CARDOSO
No atual momento em que vive a sociedade contemporânea, tornou-se fundamental estar informado a cerca do que acontece ao redor, não só de si, mas de todo o mundo. É papel do jornalismo preparar este conteúdo e disseminá-lo desde os grandes centros globais até os mais longínquos lugares.
Mas como fazer isso? Embasando-se sempre no respeito às garantias fundamentais do ser humano, previstas na Constituição Brasileira, pautado pela ética profissional e pessoal, assim como na moral inerente ao ser humano digno, o jornalista deve procurar fazer de sua profissão um instrumento na busca de uma sociedade mais justa, mais igualitária, consciente, politizada, crítica, fiscalizadora, mais humana.
Embora soe utópico, o jornalista possui em suas mãos uma arma poderosa, a comunicação. E deve, sim, fazer de seu trabalho uma prestação de serviço à sociedade, pois em meio a um contexto permeado por vasta alienação e falta de estrutura básica a formação do cidadão, o comunicador social não pode se dar ao luxo de assumir uma posição de omissão.
Assim, é dever do profissional de jornalismo se manter fiel a verdade, não a do veículo para o qual trabalha ou a sua própria, mas a veracidade dos fatos. Obviamente, é impossível abster-se do conhecimento empírico, da bagagem formada pelas experiências vividas e situações as quais uma pessoa foi exposta durante toda sua vida. Porém, ainda assim, o processo de apuração e produção deve ser objetivo.
Para tal, é necessário questionar até a si mesmo, pois as certezas que o ser humano carrega arraigadas em si, ainda que inconscientemente, são capazes de ludibriá-lo no processo jornalístico.
Espetacular!! Isso é o que todos os brasileiros com consciência crítica esperam dos profissionais de comunicação, em especial do Jornalista.
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